Que gigante! Everton, o Cebolão que faz chorar os rivais do Grêmio na CONMEBOL Libertadores

Atacante agigantou-se nos dois momentos mais difíceis do Tricolor na Copa e brilhou fora de casa com gols e recorde de dribles

Ele mede 1,74m e carrega um apelido no diminutivo. Mas de pequeno não tem nada! Foi um gigante que veste a camisa 11 que mostrou o seu tamanho quando o Grêmio mais precisou nesta edição da CONMEBOL Libertadores. Encarou a batalha de frente longe de seus domínios, honrando outro apelido, o do clube, Imortal.

Foi no Paraguai que o Tricolor precisava vencer o Libertad para evitar a eliminação precoce. O mais copeiro cair na fase de grupos? Não se ele tiver Everton! Dois golaços iniciaram ali a reação do último clube brasileiro campeão da Copa, um tricampeão!

Um desafio ainda maior se colocou à frente do pequeno gigante quando mais uma vez a Libertadores ficou ameaçada. Era preciso vencer o atual campeão do Brasileirão, em sua casa, para ir para a semifinal pela terceira vez seguida, feito que só três clubes do país já tinham conseguido, entre eles o próprio Palmeiras (Santos, nos anos 60, São Paulo, nos anos 90 e 00, eram os outros, que agora têm o Grêmio na mesma lista).

Everton mais uma vez apoderou-se da bola como só quem tem muita qualidade pode fazer. O tamanho não o impediu de penetrar a forte defesa rival, que não havia sido vazada em casa na Copa, dentro da área. Foi o gol copeiro número 10 de Cebolinha, agora o terceiro maior artilheiro do clube na Libertadores, só atrás de Jardel (15) e Luan (12).

Everton - Grêmio (arte Libertadores)

Era preciso mais! Como um raio, ele rachou a defesa do Palmeiras na jogada que acabou no gol da virada, de Alisson. Colocou mais alguns dribles na lista que já tem 51 nesta Libertadores. Entenda o absurdo da marca ao saber que o segundo colocado tem 26! Bateu seu recorde pessoal de dribles num jogo do torneio: 10!

O país aprendeu a gostar do atacante apelidado de Cebolinha, do Grêmio e da Seleção Brasileira. Everton, nesta Copa, é Cebolão. Faz chorar os zagueiros rivais do Imortal. A primeira vitória gremista no Pacaembu contra o Palmeiras na história, a vitória número 101 do Tricolor, o maior vencedor brasileiro da Copa, tem a assinatura dele! Que gigante, a apenas dois passos de #Santiago2019.

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