Artilheiro da Copa CONMEBOL Libertadores brilha, Delfín vira sobre o Nacional-PAR e avança à Fase 2

Atacante Roberto Ordóñez marca e comanda mais uma vitória dos equatorianos, que serão adversários do Caracas na segunda fase preliminar do torneio

O Delfín contou com mais uma atuação inspirada do atacante Roberto Ordóñez para se classificar à segunda fase preliminar da Copa CONMEBOL Libertadores. Nesta quarta-feira (30), os equatorianos não se intimidaram no Defensores del Chaco, em Assunção, e venceram o Nacional do Paraguai, de virada, por 2 a 1 - confira detalhes e números da partida.

Ordóñez, que havia marcado duas vezes no jogo de ida, vencido pelo Delfín por 3 a 0, balançou redes novamente e chegou a três gols na Libertadores, isolando-se na artilharia da competição. Garcés anotou o outro tento dos visitantes. Vieyra, de falta, fez o gol do Nacional, que se despede da competição.

O adversário do Delfín na segunda fase preliminar da Copa será o Caracas, com jogo de ida em 6 de fevereiro, em Manta, no Equador, e volta no dia 13 do mesmo mês, na Venezuela. 

O vencedor deste confronto enfrentará Melgar ou Universidad de Chile na Fase 3, valendo vaga no Grupo F, o mesmo de Palmeiras, San Lorenzo e Junior Barranquilla.

O Nacional foi a campo precisando de um triunfo por quatro gols de diferença para seguir na Libertadores e conseguiu abrir o placar logo na primeira finalização da partida. Aos dois minutos, Juan Vieyra cobrou falta no contrapé do goleiro Ortiz e fez 1 a 0.

Em vez de inflamar a torcida e dar mais ânimo ao time da casa, o Nacional se acanhou depois do gol, apesar de maior domínio na posse de bola (62% a 38%). Posicionado para atuar no contra-ataque, o Delfín se aproveitou da desorganização adversária para encaminhar a classificação antes do intervalo.

Mais perigosos no ataque - foram nove chutes a gol no primeiro tempo, contra três do Nacional -, os visitantes viraram em dois minutos. Aos 42, o capitão Garcés deixou Ordóñez livre para o atacante marcar pela terceira vez nesta Libertadores. Aos 44, foi a vez de Garcés aproveitar a bola dividida na área e tocar para a meta vazia.

A missão do Nacional, que já era difícil por conta da derrota por 3 a 0 no Equador, ficou ainda mais complicada na etapa final. Seria necessária uma vitória por seis gols de diferença para obter a vaga - lembrando que o gol fora de casa tem peso no desempate. Mas o time da casa, no desespero, seguiu pouco efetivo no ataque. Mais preocupado em gastar tempo, o Delfín até criou mais chances para ampliar, mas esbanjou displicência no ataque.

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